Em tempos idos, namorava-se pelas fechaduras, buracos de paredes. Os apaixonados não se tocavam, nem se beijavam antes do casamento. Às vezes, impostos pelos pais, seus filhos eram obrigados a se casarem com alguém que não amavam. Nos dias atuais, beijar na boca continua na moda, mas o ato de ficar, pegar é que faz a festa. Casa-se hoje pela noite, amanhã se separa. Virgindade? Ixe! Virgindade é vista como cafonice, coisa de ‘antigamente’. Hoje casa-se por interesse financeiro, status. 'Dane-se o amor!', muitos dizem.
Mas ainda existem exemplos de amor, de paixão, companheirismo e cumplicidade. Um dos exemplos é o casal Genelísio Gomes do Nascimento e Davina Souza Gomes, de Santo Inácio – Gentio do Ouro. O casal comemorou Bodas de Diamante (60 anos) em 16/7/11. Na ocasião foi realizada uma missa pelo bispo Frei Luiz Cappio, na igreja da comunidade de Santo Inácio.
Estiveram presentes ao evento os filhos, noras, genros, netos, amigos e demais parentes. Na oportunidade, comemoraram os 15 anos da neta Bartira de Souza Gomes, filha de Paulo de Társio Lopes Gomes e de Maria Aparecida de Souza Gomes, a Cidinha.
Depoimentos
A comemoração emocionou a todos e até a equipe contratada para cobrir a festa se emocionou. “Já fiz centenas de coberturas fílmicas e fotográficas de eventos diversos, porém, foi a primeira Bodas de Diamante que cobri; o que me emocionou foi a harmonia do casal, a firmeza do olhar dos nubentes fazia-nos entender o verdadeiro sentido da célebre frase: ‘Até que a morte os separe’, disse Cincinato, da Cincinato Imagens. Para a professora Maria Sueli “apesar de estar concentrada no trabalho de cobertura do evento, por algumas vezes deixei uma lágrima rolar no meu rosto, pois fiquei sob o domínio da emoção de ver tamanho exemplo de vivência e vida diante de Deus, da família e dos amigos; assim como os familiares, senti-me orgulhosa, pois fui praticamente adotada por aquele casal”.






